28 de jun. de 2009

Ganhe pique com os Sucos Verdes

Por Karin Fromm

Desintoxicantes e diuréticas, as bebidas verdes aumentam a disposição


Começar o dia com um belo suco verde é muito mais energético do que uma xícara de café. Você toma uma bomba de vitaminas e dá o maior pique para a manhã toda, sem contar os efeitos diuréticos e desintoxicantes. O suco verde limpa seus órgãos e os ajuda a funcionarem melhor. Ingeri-lo pela manhã é ainda mais benéfico, pois é o período do dia em que o corpo está mais propício aos processos eliminatórios.



A clorofila funciona como "sabão", limpando todo o aparelho digestivo. Por ter a estrutura muito parecida com a hemoglobina, a responsável por carregar oxigênio e energia a todos os tecidos do nosso corpo, a clorofila garante maior oxigenação e nutrição celular, o que para nós significa mais vitalidade e disposição!





Ela está presente em todos os vegetais verdes (principalmente nas folhas escuras): salsão, salsinha, funcho (ou erva doce), escarola, agrião, acelga, couve, espinafre, dente de leão, hortelã e muitos outros. Se você puder comprar vegetais orgânicos, será ainda melhor. Mas hoje em dia, também encontra-se facilmente a polpa congelada da clorofila da alfafa, broto de trigo e dente de leão nas casas de produtos naturais. É só descongelar e tomar pura ou misturada no suco.

Para desfrutar do seu elixir energético, você deve adoçar seu suco verde dando preferência às frutas doces como maçã, pêra e uvas, que garantem a disposição por mais tempo. O açúcar da cana por ser metabolizado muito rapidamente dá um pique energético quase instantâneo, mas dura pouco e faz você sentir fome mais cedo. Crie as suas receitas, veja o que tem na geladeira e aventure-se!


ALGUMAS SUGESTÕES DE SUCOS-VERDES


Centrifugue ou bata no liquidificador e coe:

*Duas fatias grossas de melancia e um maço pequeno de salsinha

*Uma a duas maçãs,dois talos de salsão com as folhas e três talos de erva-doce (ou funcho)

*Uma cenoura, duas laranjas e duas folhas de couve

*Um pepino inteiro, uma pêra e um punhado generoso de brotos de alfafa

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20 de jun. de 2009

O valor nutritivo e o gosto dos alimentos

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por E. Corassa

A busca pelo prazer é inerente ao ser humano. É fato que anatômica e fisiologicamente somos feitos para “buscar” e consumir açúcar, que é o principal combustível do corpo humano. Pesquisas indicam que o consumo de açúcar ocasiona imediatamente mudanças na química cerebral, isto é, a liberação de certas substâncias similares às observadas em pessoas após o uso de narcóticos como o ópio, que produzem grande prazer. Essa é uma das razões pela qual desde crianças, sem nenhum conhecimento fisiológico, ficamos vidrados em alimentos doces e aprendemos através do nosso cérebro que consumir doces (carboidratos simples) é algo muito bom. Assim, diariamente, sempre voltamos a buscar a recompensa prazerosa que é consumir alimentos doces. Essa é uma maneira da natureza indicar-nos o caminho para a nutrição otimizada, porque através de comandos do nosso cérebro, consumimos somente o que é prazeroso, sendo que o que é prazeroso ao paladar humano é também nutritivo.

O primeiro gosto que sentimos em nossa língua é o doce e logo acima deste ponto o salgado. Dentro de nossos alimentos naturais são encontrados açúcar e sais minerais em abundância. Os produtores de alimentos tendo conhecimento da fisiologia humana, tiram proveito disto adicionando grandes quantidades de açúcar e sal refinado em praticamente todos os alimentos industrializados; na maioria das vezes utilizando-se dos dois no mesmo produto, e, infelizmente, adicionando outros químicos nocivos à saúde, tais como o glutamato monossódico (uma neurotoxina altamente nociva à saúde que estimula o cérebro a querer mais daquele determinado alimento. Por isso o famoso slogan das batatas “impossível comer uma só”). Por exemplo, inúmeras pessoas consomem molho shoyu, sem nunca pensar que em sua composição existem sal, açúcar e glutamato monossódico concentrados. É quase impossível não gostar de algo com um gosto tão salgado e doce e uma neurotoxina tão estimulante.

Através da industrialização concentramos aqueles sabores que nossa fisiologia busca nos alimentos, assim transformando os alimentos insípidos em “saborosos”. Como o famoso Higienista J. Tilden sabiamente, em sua época, citou : “A natureza nunca produziu um sanduíche”. Se pararmos para pensar - quantas pessoas na atualidade pensam no valor nutricional de um alimento antes de ingerí-lo? Os alimentos são comercializados, promovidos e ingeridos pelo seu gosto, valor de excitação e estimulação primariamente.

Na natureza, todos os animais se alimentam sem nenhum conhecimento nutricional, sendo guiados apenas pelos seus instintos e capacidades distintas de obter e conseguir comer os alimentos para os quais foram criados, ou seja, para os quais a sua fisiologia, anatomia e biologia foram desenhadas. Por exemplo: as vacas comem grama e foram naturalmente “adaptadas” a comerem grama, comendo em grandes quantidades, pois possuem 4 estômagos. Se os humanos “tentassem” a mesma coisa, não conseguiriam calorias o suficiente para se manter, pois possuem capacidade digestiva finita. Da mesma forma as vacas seriam incapazes de coletar uma refeição de frutas como um primata ou literalmente caçar e devorar outro animal, como um carnívoro, confiando apenas em seus instintos e sendo “presos” as suas capacidades e “ferramentas” de obtenção de seus respectivos alimentos, sem nenhum conhecimento científico, enquadrando-se dentro das leis da natureza e vivenciando saúde otimizada e sem demonstrar/sofrer de nenhuma das doenças degenerativas ou sintomas aos quais o homem “civilizado” sofre. Os animais comem o que seus instintos indicam ser o certo e o que lhes agrada ao paladar, em seu estado ‘in natura’, sem alteração nenhuma no alimento em questão, literalmente sem precisar enganar seu paladar e cérebro através de temperos e condimentos, que fazem o nosso cérebro acreditar que tais alimentos são nutritivos.

O valor nutritivo de um alimento para cada espécie está altamente ligado a seu sabor. Podemos comprovar isto, quando vemos um leão salivando e olhando para sua presa e após a caça, a voracidade e gosto com que ele devora a carne crua, ossos, cartilagens, órgãos e outras partes do animal com gosto, ou até mesmo quando uma vaca saliva em um campo de grama, ou damos frutas a um primata (ou ele vem até mesmo “roubar” de você).

Podemos guiar-nos e definir a alimentação da raça humana, na natureza e em seu estado natural, pelo que conseguimos facilmente nos apropriar e comer, e citar a refeição como um prazer degustativo. Da mesma forma, somente são nutritivos para os seres humanos os alimentos que têm um gosto saboroso em seu estado natural. Isto é, na natureza podemos guiar-nos pelo gosto, para determinar o que é nutritivo e assim bom para a propagação da vida humana. Logo, na natureza, basicamente os únicos alimentos que conseguiríamos apropriar-nos e consumir com gosto - frutas, vegetais, sementes e nozes .

Entretanto, infelizmente na atualidade, conseguimos alterar tanto a matéria prima produzida pela natureza, que precisamos estabelecer certos alimentos como “saudáveis”, quando na verdade, durante praticamente toda a vida na terra, não era preciso nomear um alimento como “saudável”, porque não existia categorias a parte como o “junk-food”. É realmente uma experiência nova a qual os seres humanos estão testando a resiliência do corpo humano. Refinando, cozinhando, temperando, usando químicos, sal, açúcar, etc, conseguimos comer alimentos que seriam insípidos, inpalatáveis e incapazes de serem ingeridos, fazendo com isso que o ser humano viva, mas em condições longe do ideal e do potencial de saúde, que o corpo humano pode e deveria vivenciar.

Por isso, respondo facilmente a todos, quando me perguntam se é difícil levar uma dieta baseada em frutas e vegetais, nozes e sementes, que não é difícil, muito pelo contrário, e informo que todos aqueles que já tentaram, comprovam e afirmam, amarem seus novos hábitos alimentares. ”O que a mente de um homem consegue conceber, ele consegue alcançar - Napoleon Hill”. É uma falácia acreditar que alimentação natural é insípida, quem adota tal mito desconhece os verdadeiros alimentos saudáveis em sua forma fresca, madura e orgânica.

Tentamos reproduzir a suculência das frutas e dos vegetais em todas as receitas da atualidade; por exemplo, comer arroz puro é um tanto quanto seco, assim acrescentamos o caldo do feijão por cima, ou o molhamos e o resto dos outros alimentos com o caldo da carne ou dos vegetais cozidos. Também molhamos os biscoitos no leite, no café e creme, tudo com bastante açúcar, entre muitos outros exemplos.

Para uma vida longa, saudável e próspera, consuma o tipo certo de "açúcar", em vez de tentar reproduzir as sensações e gostos para os quais fomos criados pela natureza para buscar nos alimentos, perpetue a simbiose e o papel para qual os seres humanos foram criados, faça do consumo de grandes quantidades de frutas e vegetais uma prática diária. Mesmo sendo difícil para aqueles que vivem em grandes cidades, após recolher as “recompensas” da natureza, devemos espalhar as sementes e perpetuar a criação de mais “vidas” no reino vegetal. Assim ajudamos o futuro da humanidade e a diminuição do aquecimento global com um mundo mais verde, auto sustentável, SAUDÁVEL e FRUGAL!

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Fotos da CRUzinha Viva

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Pratos preparados sem cozimento, sem processados, industrializados, conservados, falsificados, refinados, etc. Para textura, alguns pratos (todos alimentos do reino vegetal) passam por desidratação em temperatura máxima de 41 graus Celsius (105 F) mantendo, assim, os nutrientes, enzimas e energia vital dos alimentos.

Para visualizar as fotos, clique no link abaixo:

Fotos tiradas entre 2007 e 2008

Por Ursula Jahara
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15 de jun. de 2009

Paul McCartney lança "Segunda Sem Carne" na Grã-Bretanha

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Clique na imagem para aumentá-la
"Eu sou Paul McCartney, e eu sou VEGETARIANO."

The poster quotes Sir Paul as saying: "Many years ago I was fishing, and as I was reeling in the poor fish, I realised, 'I am killing him - all for the passing pleasure it brings me. Something inside me clicked. I realised as I watched him fight for breath that his life was as important to him as mine is to me."

15/Jun/2009

LONDRES (Reuters) - O ex-Beatle Paul McCartney lançou na Grã-Bretanha a campanha "Segunda-Feira Sem Carne" ("Meat Free Monday"), numa tentativa de ajudar a combater as mudanças climáticas.

McCartney, suas filhas Stella e Mary e celebridades convidadas, incluindo Yoko Ono, percorreram um tapete verde no parque St. James, em Londres, em apoio à campanha que pede às pessoas que deixem de comer carne um dia por semana.

A campanha já foi lançada nos Estados Unidos e Austrália.

Relatórios da ONU revelam que a criação de animais de corte é responsável por cerca de 18 por cento das emissões mundiais de gases estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta -- mais que a indústria global de transportes.

A redução do consumo de carne bovina, suína e de aves é frequentemente proposta como maneira de diminuir as emissões de gases.

"Muitos de nós nos sentimos impotentes diante dos desafios ambientais, e pode ser difícil avaliar todos os conselhos que recebemos sobre como fazer uma contribuição significativa para um mundo mais limpo, mais sustentável e mais saudável", disse McCartney no site oficial da campanha na Internet.

"Designar um dia da semana no qual se deixa de consumir carne é uma mudança significativa que todos podem adotar e que vai ao cerne de várias questões importantes, políticas, ambientais e éticas, todas ao mesmo tempo", disse McCartney no site www.supportmfm.org.

"Por exemplo, isso não apenas ajuda a combater a poluição, como também a promover a saúde melhor, o tratamento ético dos animais, o combate à fome mundial e a promoção do ativismo comunitário e político."

A mulher de McCartney, Linda, que morreu em 1998, foi defensora ativa do vegetarianismo e dos direitos dos animais. Ainda é vendida uma linha de refeições sem carne que tem seu nome.

14 de jun. de 2009

Documentário: HOME, O Mundo é a nossa Casa

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HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.

Acesso direto via Youtube.com: (em português)

http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U

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Crudismo: indo além da saúde

10/Jun/09



Uma boa parcela das pessoas que se adentram pelo crudismo o faz por motivos de saúde, frequentemente porque a saúde está “por um fio”. Porém, acredito que o papel do crudismo vá muito além das melhorias de saúde; ou seja, otimizar a saúde não seria seu maior propósito dentro de nossas vidas. Vou explicar o porquê baseado em duas vertentes: emoção e espiritualidade.

Está ficando cada vez mais claro, até mesmo entre os setores médicos mais conservadores, que a saúde está intrinsecamente ligada às nossas emoções, ou mesmo ao nosso “estado de espírito”. Muitas doenças somos nós mesmos que causamos, inconscientemente; não apenas por deixarmos de tomar conta do nosso corpo, mas também evido do nosso estado emocional. Apesar do quadro clínico padrão de cada enfermidade, a resposta pode ser muito diferente de indivíduo para indivíduo, e a forma como cada um reage à doença pode ser um fator-chave na sua recuperação. Mas onde entra o crudismo?

Na verdade, apesar de ter escrito no título “papel do crudismo”, poderia ser qualquer outro tipo de alimentação mais saudável do que a alimentação anterior de uma determinada pessoa, como vegetarianismo ou veganismo ou até mesmo a mudança de uma dieta baseada em fast-food para comidas caseiras menos nocivas. Toda e qualquer decisão de mudar para melhor, seja na alimentação seja em outras áreas da vida, pode desencadear um processo de crescimento pessoal significativo. O diferencial das dietas mais naturais como o frugivorismo ou o crudismo é a drástica diminuição (ou mesmo ausência) de alimentos“anestésicas”, que mascaram nossos sentimentos e adiam o enfrentamento das questões que estão nos incomodando; justamente aqueles por trás da nossa dependência emocional por comida. Ou seja, um papel primordial do crudismo seria nos ajudar a crescer como pessoas à medida em que descobrimos e liberamos entraves emocionais que atrapalham nossa vida e nosso caminhar.

Cabe ressaltar que cada um tem seu ritmo e que às vezes é necessário ir mais devagar. Daí a dificuldade que muitas pessoas têm em deixar de comer coisas que racionalmente não gostariam de ingerir. Isso serve, também, para as famosas recaídas. Para ambos os casos valem duas observações. A primeira seria aceitar o processo do outro sem julgá-lo, nem se achar melhor ou pior do que outras pessoas cuja alimentação ainda não está “perfeita”. A segunda seria ser gentil consigo mesmo nos momentos de recaída ou retrocesso, pois a culpa tem a tendência de criar um efeito “bola de neve” e provocar emoções ainda mais difíceis (e mais comilança!). Melhor que isso é focar no positivo, sentindo gratidão pelo próprio corpo e pelas suas conquistas alimentares, agradecendo a ele por resistir e lhe apoiar durante este ioiôs entre o saudável e prejudicial. Estas duas observações partem do princípio que o mais importante não é um grandioso resultado final ou algum tipo de ideal de perfeição, mas sim o caminho percorrido e o aprendizado que este nos propõe com suas idas e vindas, com seus tropeços e imperfeiçoes. Também mostram como os problemas podem ser vistos como desafios ou mesmo bençãos por nos trazer oportunidades de crescimento. Pessoalmente, em quase três anos “imperfeitos” de crudismo venho aprendendo a parar de me martirizar pelas quedas e a agradecer mais pelo aprendizado que resulta delas. Pois cada uma destas quedas me mostra mais um aspecto que precisa ser trabalhado e libera mais uma camada de emoções que encobre meu verdadeiro eu. Às vezes esse processo parece bastante tortuoso, mas sei que em breve estas camadas não existirão mais e tudo fluirá melhor.

O outro motivo pelo qual o papel primordial do crudismo vai além da saúde parte do pressuposto de que somos mais do que matéria física. Sendo assim, apesar da importância da saúde para a realização de nossas missões de vida, ela seria consequência de uma vida plena em crescimento pessoal/espiritual (não falo em um sentido estritamente religioso, mas num sentido mais amplo). Esclarecendo: não estou dizendo que devemos esquecer ou descuidar da saúde, mas que devemos focar, acima de tudo, no nosso bem estar global (emocional, espiritual, etc.), e então a saúde certamente virá junto (e com bem menos esforço do que se ficarmos neuróticos sobre certos aspectos isolados, padrões de beleza física, etc.).

Acredito que ao nos abrirmos para o aprendizado mais amplo que o crudismo nos proporciona, podemos experienciá-lo de forma plena. Assim, podemos crescer emocionalmente, espiritualmente e em vários outros aspectos, atingindo, consequentemente, a saúde que desejamos.

13 de jun. de 2009

Curso de Culinária Viva na Visão Ecológica‏ - em Niterói, RJ

Em nossas conversas recordamos que o cuidado ecológico do visto como um ecossistema é nossa maior contribuição para a conversação ambiental. Apresentamos a prática da Alimentação Viva como uma possibilidade de cuidado da saúde e do ambiente!
A Culinária Viva valoriza a vitalidade nos alimentos, é baseada em sementes germinadas, brotos de cultivo doméstico, combinados com vegetais crus. Dispensa o uso do fogão e da geladeira.

CURSO DE 4 SÁBADOS - quinzenais

20/06, 04/07, 18/07 e 01/08


Horário: 9:00 às 13:00h

Facilitadores:

Juliana Malhardes, Educadora Ambiental do Terrapia e Educadores do Projeto Social Terrapia/Ensp/Fiocruz.

Atividades:

Apresentação da Alimentação Viva na visão Ecológica

.Orientação na germinação de sementes e cultivo caseiro de brotos, Prática de preparo do alimento em grupo

.Suco de clorofila brasileiro e almoço vivo

.Reflexões sobre hábitos de vida ecológica e cuidados ambientais. Bazar didático solidário do Projeto Terrapia.

Público:

Pessoas interessadas em mudanças de hábitos de vida, especialmente os alimentares.


Contribuição:

R$ 50,00 por encontro,4 encontros: R$ 200,00 ou 2 x R$ 100,00.

Oficina avulsa: R$ 60,00.


Inscrições antecipadas!


Rua Major Pardal Júnior, 51
Fonseca – Niterói - RJ
2626-0843
www.semearterapias.com.br


Informações:

www.culinariaviva.com

7 de jun. de 2009

O tráfico de Animais Silvestres

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07/Jun/2009
Por Ursula Jahara

Resolvi buscar um vídeo informativo sobre esse tema, pois hoje algo me chocou. Não que eu não soubesse, mas como é algo que não faz parte do meu dia-a-dia, algo que fica distante - e ao mesmo tempo tão próximo - da minha realidade, a reportagem sobre o tráfico de animais silvestres que assisti na Rede Record me abalou. Abalou pelo simples fato de eu NÃO compreender essa falta de desprezo que essas pessoas que participam do tráfico - tanto as que vendem quanto as que compram - têm em relação aos animais - sejam eles silvestres ou não.



Agora, para refletir um pouco mais, é curioso ver que algumas pessoas ficam chocadas com esse tipo de tráfico, mas continuam participando de um tráfico diário sem nem mesmo prestar atenção - o 'tráfico' de animais como alimento diário, ou quase, nos lares de milhões de famílias ao redor do mundo. Me questiono tentando achar uma razão para tamanha falta de consciência ou sensibilidade ou seja lá exatamente o que está por trás de atos como este. Simples em minha mente e coração é entender que não precisamos desse massacre diário e desprezo pelos animais - indefesos em sua maioria - para termos uma vida plena, ou saudável.

Eu convido vocês que participam desse meu espaço a refletirem não um pouco, mas muito sobre essa questão - tanto do tráfico de animais silvestres quanto dos animais que acabam fazendo parte da cadeia alimentar de muitos. Eu os convido a refletirem na NÃO necessidade nem de um, nem de outro, pois ambos não são necessidades fisiológicas, mas sim, necessidades com estímulos meramente mentais.

Muitas pessoas dizem que vídeos como este - acima - chocam e preferem não assistir. Por mais que eu não goste de estimular a desgraça alheia - por isso que não faço parte de nenhum tipo de massacre e desprezo - eu publico aqui tais vídeos para que possamos acordar, nos conscientizar de onde vêm os animais silvestres que 'compramos', os objetos criados com a matança dos mesmos, e de onde vêm os animais que acabam no prato de milhões de brasileiros, ou seres humanos - ditos racionais.

É necessário a compreensão, e mais do que isso, sensibilizar - entrar em contato com nossa real essência, a essência do amor, por nós e pelo próximo (principalmente pelo próximo que cai em nossas armadilhas sangrentas e insensíveis).

Saúde e consciência!

Namastê. "O Deus que há em mim saúda o Deus que há em ti"

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6 de jun. de 2009

Meu corpo, Meu templo...





Gostou? Quer compartilhar a sua, ou apenas algumas palavras sobre 'Meu corpo meu Templo'?
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Um brinde a vida!

Ursula Jahara

2 de jun. de 2009

Alimentação Energéticamente Viva no Sítio de Maria Luiza Branco, idealizadora do Projeto Terrapia

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por Ursula Jahara
29/05/2009


Para fechar o mês de Maio, nada mais vivo do que práticas diárias de Yoga e claro, um almoço pra lá de vivo no Sítio de Maria Luíza Branco - responsável pelo Projeto Terrapia* realizado na FIOCRUZ, Rio de Janeiro - ao meio de muito verde e um clima de deixar as plantas sorridentes e ainda mais coloridas (a chuva fininha que chegou para acariciá-las) esse almoço foi mais do que especial, pois foi simples, vivo e real.

Mais do que palavras, as fotos no link abaixo mostram cores e o envolvimento de cada uma de nós nesse almoço energéticamente vivo - http://www.flickr.com/photos/misturaviva/sets/72157619037005837/

Eu poderia sentar e escrever sem parar sobre a proposta, a simplicidade e felicidade que Maria Luíza tem em repassar informações sobre a alimentação viva, mas aproveito as palavras dela - abaixo, postadas na entrevista 'Ecologia Interior' concedida a Editora Mãe Terra, resumindo seu próprio trajeto.

Mãe Terra: Para resolver esse desequilíbrio de nosso ecossistema interior, a senhora defende uma mudança de hábitos alimentares, através da alimentação viva. O que é o alimento vivo? E como se processaria essa mudança de hábitos, considerando-se que há um forte componente cultural em nossa alimentação?

Maria Luíza Branco – Não defendo nada, porque quem defende pressupõe um ataque. Nada disso! Estamos propondo apenas uma (re) leitura dos caminhos que o ser humano vem trilhando que, às vezes, nos parecem meio bêbados. Atualmente, muitas belas descobertas têm auxiliado a revelar mundos desconhecidos, além do que a informação vem ampliando a grande conversa planetária. Temos a tecno-ciência e a aproximação da ciência com a espiritualidade – contribuindo para isso numa grande convergência harmônica. Tudo caminhando perfeitamente. Mas se podemos colaborar para uma vida mais leve e fácil para todos, precisamos propor fazer uns ajuste urgentes. Entre esses, a nossa atenção se voltar para a alimentação. Os valores culturais pautados na aparência – e, aqui o exemplo da tintura dos cabelos é válido – acompanha a busca pelo prazer imediato, sem o uso da razão. A Alimentação Viva, também chamada de alimentação consciente, é um chamado para uma reflexão profunda sobre o viver com as origens. Nossas orientadoras são as Sementes em processo de germinação. O despertar da vida latente, carregado de energia vital, acordando dentro de nós – a vida que somos. Uma alimentação que vai nos fazer escolher a cada dia a prioridade da vida dos vegetais, nossos complementares na vida neste planeta. Aliás, segundo a teoria de Gaia, vegetais e animais se complementam. Complementando a sua pergunta: a alimentação viva é aquela baseada no consumo de sementes germinadas, brotos e vegetais frescos, maduros, de cultivo ecológico, sem passar pelo fogão ou a geladeira. Chamados de Biogênicos e Bioativos, eles possuem a capacidade de ativar a vida dentro de nós, favorecendo a regeneração constante, assim como a eliminação de toxinas, organização de fluxo de energia, contribuindo para a reorganização original da fisiologia e da composição da flora do nosso ecossistema interior. Tudo isso considerando que a vida se alimenta de vida onde os produtos provenientes da terra, são apenas parte deste processo. Finalmente, nossa alimentação é muito mais do que aquilo que entra pela boca, como todos sabemos! É o ar que respiramos, a água que bebemos e o sol que nos aquece. São as relações de convívio social, os afetos que constroem a trama e nos fazem viver em sincronicidade “uns com os outros”. Assim, a prática da escolha alimentar é um modo de viver, um estilo de vida se preferir. Aproximar-se da produção dos alimentos, conhecer a vida das sementes e sua trajetória no planeta, a origem dos vegetais cultivados e o agricultor que dedica sua vida a essas criaturas são os temperos desta caminhada. Com esta atitude, estamos rompendo com estruturas muito fortes de nossa cultura e abrindo caminho para que novas idéias surjam. A cultura alimentar baseada no consumo inconsciente movida pelo prazer vêm sendo apontada como a maior contribuição para o aparecimento das doenças da civilização. O atual caminho da saúde pública (promoção da saúde) vem exatamente estimulando as pesquisas que inovem as práticas alimentares, acompanhadas de atividade física, como resposta aos chamados determinantes da saúde. Assim, criando os espaços de apoio social a mudança de hábitos, a saúde pública vem envolvendo cada vem mais a população nos cuidados diretos com a saúde, informando, abrindo espaços para atuações, fortalecendo habilidades, numa construção coletiva sobre a saúde individual (que chamamos organização do ecossistema corporal), através de ações de impacto cultural. O processo de mudança será sempre individual, que por sua vez afetará seus pares, disseminando e ampliando a rede. Cada um irá definir seu processo. Encontraremos companheiros, mas não respostas, pois a pesquisa é sempre individual e estaremos coletando informações do nosso próprio banco de dados – a “biblioteca da vida”, a memória celular da espécie – onde estão reunidos os conhecimentos da nossa ancestralidade. A idéia é que com esta caminhada recupera-se o valor do conhecimento intuitivo e do conhecimento compartilhado, assim como a sabedoria popular sobre sinais de saúde, confiança na regeneração da natureza e tolerância com os ciclos e estações do ano.

Leia a entrevista na íntegra, clique aqui.

“Tembiu porã, aguijeveté”



*Projeto Terrapia - Alimentação Viva na Promoção da Saúde e Ambiente - http://www4.ensp.fiocruz.br/terrapia/?q=apresentacao

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